terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Pensamento corriqueiro.


Personagens profundos consistem na mais completa designação da personalidade. Não sei por quem: roteiristas ou diretores? O ponto é: essa completude permite ao homem médio inserir o personagem em diversas circunstâncias, sabendo, o mais exatamente possível, o que esperar daquele ser que nasceu. Lógico! Uma vez revelada a substância, ou essência, revelada está, a constante. Nesse sentido, personagens superficiais seriam aqueles não conhecidos. Conhecemos sua conduta apenas nas circunstâncias que se iniciaram após os "trailers" e se encerraram antes dos créditos. Descobrimos, apenas, condutas aleatórias e imprevisíveis. Poderia chamar de personagem variável. Em contrapartida, profundos revelam suas essências. Não são taxativos, pois são conexos às nossas experiências. Podemo-nos perguntar: "O que eles fariam aqui?". A partir da essência deles, respondemos a questão. Portanto, servem de exemplo. Afinal, eles existem e, existindo, têm personalidades. Assim, do conflito "variável x constante", denomino duas categorias de persongens: Personagens substanciais e personagens variáveis.

2 comentários:

  1. o que temos aqui?! lascas de um critico de cinema!
    concordo plenamente com a colocaçao com a resalva de que os personagens variaveis as vezes sao usados pelos diretores pra poder ressaltar o meio,a situaçao do filme (por exemplo um fime historico) entao nao quer dizer q um filme com personagens "rasos" (como costumo dizer) seja necessariamente um filme ruim...
    Mas é claro que os personagens substancias que evidenciam filmes com um carater profundamente psicologico, sao muitos mais intrigantes.
    Principalmente pra nós...
    bjsssss
    te amo

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  2. Interessante observação. 'Na natureza selvagem' é um ótimo filme.

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