Não eram copos.
Não eram velas.
Muito menos cravos,
Ou lençóis.
Era o que fazia de tudo isto ser tudo o que é e não ser nada do que somos.
Éramos o principal.
O residual, acessório.
E nada nos excedia, além de nós mesmos, um ao outro.
Éramos receptores e,
Entrementes paríamos dores, prazeres, afetos, carícias,
A dor, proporcionalmente, paria-nos, assim como chorávamos lagrimas, as lagrimas nos refletia
E nos transpassava.
Diluindo as entranhas,
Servindo de ingrediente a uma receita inédita e genuína.
Éramos pessoas!
Sentíamos o mundo distintamente,
Um a seu modo,
Porquanto os sentidos,
Domesticados pelos afincos,
Criavam seus criadores.
Éramos Deus de nossos deuses.
Hodiernamente,
Pesa-me minha divindade ser teu maior malefício.
Pesa-me mais a tua leveza.
Pesa-me o meu próprio peso sobre ti,
Do qual foges com destreza.
No fim,
Minha maior pobreza é ser Deus de meus demônios.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Se me perguntares a razão,
Pedir-te-ei perdão pelo escapismo da tua satisfação.
Não porque emoções não sabem o seu nome,
Mas porque eu não sei o teu.
A tua conjuntura é a realidade que condiciona outra.
É a circunstância estéril à lição por qual clamo.
Contudo,
Adequada a outras.
E nesta insatisfação que me preenche,
Em que pese a hesitação,
Encontro-me em minhas mais adversas possibilidades.
Dessarte,
São circunstâncias harmônicas,
Atentando-se a todo o menoscabo atribuído à vontade de te amar.
Pedir-te-ei perdão pelo escapismo da tua satisfação.
Não porque emoções não sabem o seu nome,
Mas porque eu não sei o teu.
A tua conjuntura é a realidade que condiciona outra.
É a circunstância estéril à lição por qual clamo.
Contudo,
Adequada a outras.
E nesta insatisfação que me preenche,
Em que pese a hesitação,
Encontro-me em minhas mais adversas possibilidades.
Dessarte,
São circunstâncias harmônicas,
Atentando-se a todo o menoscabo atribuído à vontade de te amar.
Assinar:
Postagens (Atom)