Se me perguntares a razão,
Pedir-te-ei perdão pelo escapismo da tua satisfação.
Não porque emoções não sabem o seu nome,
Mas porque eu não sei o teu.
A tua conjuntura é a realidade que condiciona outra.
É a circunstância estéril à lição por qual clamo.
Contudo,
Adequada a outras.
E nesta insatisfação que me preenche,
Em que pese a hesitação,
Encontro-me em minhas mais adversas possibilidades.
Dessarte,
São circunstâncias harmônicas,
Atentando-se a todo o menoscabo atribuído à vontade de te amar.
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