Pois é mais fácil ver pelos olhos de outro a si mesmo
do que ver a si mesmo por si mesmo.
A consciência fica mais leve.
A culpa é alheia e o soco dói menos.
A solução deve ser adjacente e requer menos.
Em consequência,
Julgo-te estúpido.
Acerto-te em tudo, em tudo.
Machuco-te de onde não posso machucar.
Busco-te lágrimas que não podes enxugar.
Firo-te pelo “pensamento alheio”.
Na veia, véio. Na veia, veio.
Alcanço-te bem no meio.
Soco-te no seio do peito.
Mas que defeito! Mais que defeito.
É possibilitar o impossível.
Inadmissível!
Odeio-te, criança. Cresceste!
Cresceste e não largaste essa mania de inventar,
Essa mania desastrosa de cumprimentar o inadmissível.
De beijar o intangível.
Pensamento tolo.
...mento que nem é teu.
Pensa... que é teu! É teu.
Pensas, penso!
É mais fácil ver pelos olhos de outro a si mesmo do que ver a si mesmo por si mesmo.Esse poeminha fala da INCRÍVEL capacidade que as pessoas (sem nomes) têm de pensar pelos outros. Muitas vezes acertamos, muitas vezes erramos. A questão é que arriscar assim não vale. A questão é que pensar é verbar subjetivamente. O pensamento é teu. Não posso acertar o pensamento alheio. Ele é adjacente. Cuide do que é seu. Não faça o que pode ser feito, faça o que te permite fazer mais e mais. Mais esse que é ser feliz!
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domingo, 10 de maio de 2009
Reflexao (esboço)
Eles servem de espelho,
Nem sempre refletem imagens...
Muitas vezes são atitudes,
as quais vão e vêm impregnadas de grande personalidade...
Antes fossem meras projeções, cópias perfeitas...
Pra essas já existe um manual de sobrevivência.
Mas se o que vai e volta é algo novo;
Tudo complica.
E não há vento, chuva, preces, abraços, lágrimas ou deuses que desfaçam o feito.
Imediatamente depois, é difícil distinguir o que deveria ter sido dito,
As possíveis inconveniências, que por serem verdades,
não anulam a dor da arrogante prepotência de ajudar.
Basta esperar,
Ver o tempo curar.
Aquele mesmo tempo q fez nascer uma amizade.
- E amadurece-la foi tão gostoso!
Resta observa-lo agir na sua suprema e impaciente lentidão,
Desejando rever o refletido já visto.
- E amadurece-la será tão gostoso!
Nem sempre refletem imagens...
Muitas vezes são atitudes,
as quais vão e vêm impregnadas de grande personalidade...
Antes fossem meras projeções, cópias perfeitas...
Pra essas já existe um manual de sobrevivência.
Mas se o que vai e volta é algo novo;
Tudo complica.
E não há vento, chuva, preces, abraços, lágrimas ou deuses que desfaçam o feito.
Imediatamente depois, é difícil distinguir o que deveria ter sido dito,
As possíveis inconveniências, que por serem verdades,
não anulam a dor da arrogante prepotência de ajudar.
Basta esperar,
Ver o tempo curar.
Aquele mesmo tempo q fez nascer uma amizade.
- E amadurece-la foi tão gostoso!
Resta observa-lo agir na sua suprema e impaciente lentidão,
Desejando rever o refletido já visto.
- E amadurece-la será tão gostoso!
Reflexão (musica)
São verdadeiros espelhos.
Imagens, miragens?
São putas atitudes cheias de trejeitos.
Se eu tenho medo?
Antes fossem jogos de tabuleiro,
Daqueles cheios de regras e sem nenhum defeito.
Mas se o que vai é velho,
E o que volta é novo,
Aí, irmão, não há vento, consolo, chuva ou sopro
Que desfaçam o grand feito.
Daí fica tudo turvo,
E as inconvenientes verdades não anulam a dor
Da arrogante e prepotente ajuda.
Lá se foi o “bom dia”...
Ajuda?
Agora é só assistir
O Sr. Tempo curar.
na impaciente ânsia de ver o já visto,
de conhecer o conhecido.
Aquele mesmo velho Sr., lento, cansado,
q fez nascer a saudosa amizade,
q fez nascer a bondosa maldade.
*(foi maldade, mas a intenção foi boa. Eu quis ajudar, mas ele se pergunta: ajuda?)
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