terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Como nao ficar à flor da pele ao pisar nas terras que te pariram?
As entranhas do solo se abrem e desabrochavam o cheiro das veias que sobre ti sangraram.
Como nao pingar teu suor nesse chão que tudo evapora?
Porque a tua pele, ao toque da pele dela, provoca arrepios.
Nao ha edifício que nao desabe.
Arruina-te!
Ao inferno da Terra com tanta estrutura.
Teu piso é forte e sustenta somente a tua verdade.
Teu solo é fértil e só se rega com realidade.

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